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sexta-feira, 3 de agosto de 2018
Larp... Comics!?
Postado por
Luiz Falcão
às
00:37
Eu tenho estado muito mais distante de muito do que eu gostaria de estar fazendo - e esse "muito" inclui este blog. Mas passo por aqui pra deixar um registro e - a quem chegar esta postagem a tempo - um convite. Atenção: Começa nesse sábado!
O Sesc Itaquera já recebeu um bocado de programações envolvendo larp, não é mesmo? Desde 2016. No mesmo ano, o Espaço de Tecnologias e Artes recebeu pela primeira vez também o curso Desenho e Narrativa, dos quadrinistas Rafael Coutinho (Cachalote, Mensur) e Gabriel Góes (Capitão América e seus amigos, Flores) .
Em 2017 aconteceu uma coisa interessante: em Agosto, enquanto rolava o curso de HQ, eu estava envolvido com a produção do larp Morte Branca. O curso era aos sábados e o larp seria em um domingo.
Este ano... a coincidência rendeu um fruto inesperado:
Nesta terceira edição do curso Desenho e Narrativa, Coutinho e Góes propõem radicalizar as experiências de criação coletiva de HQs já realizadas nos anos anteriores, apropriando-se da linguagem do Larp - que os quadrinistas conheceram em 2017 no Sesc Itaquera - e convidando os participantes a criarem uma publicação em co-autoria, a partir de jogos narrativos participativos.
O objetivo é principalmente desbravar juntos novas formas de se entender histórias em quadrinhos, tirando do jogo narrativo a obrigação do traço educado, bem como a necessidade de linearidade, começo, meio fim, o virtuosismo, a busca por um estilo maduro. Dessa forma, o grupo terá como objetivo principal a reflexão da própria função de uma história: o que a constitui em sua gênese. O que nos mantém atentos e ligados em uma conversa entre amigos, na observação de uma cena entre pessoas reais, a sequência de imagens que nos encantam, surpreendem ou até mesmo repelem.
Espaço de Tecnologias e Artes (Sede Social)
Todos os Sábados de Agosto
+ 1° domingo de Agosto (dia 5) = prática específica com larp (com Luiz Falcão)
das 14h às 17h
GRATUITO
Inscrições por e-mail: envie uma mensagem com o título Larp para inscricao@itaquera.sescsp.org.br contendo nome, RG, telefone e e-mail ou Inscreva-se por por telefone: (11) 2523 9309/9326. Pessoalmente, na Central de Atendimento.
Curso no site do sesc: https://www.sescsp.org.br/programacao/ 162280_DESENHO+E+NARRATIVA+LARP+COMICS
E de bônus nesta postagem, duas HQs curtas produzidas no primeiro curso Desenho e Narrativa no Sesc Itaquera, em 2016.
O Sesc Itaquera já recebeu um bocado de programações envolvendo larp, não é mesmo? Desde 2016. No mesmo ano, o Espaço de Tecnologias e Artes recebeu pela primeira vez também o curso Desenho e Narrativa, dos quadrinistas Rafael Coutinho (Cachalote, Mensur) e Gabriel Góes (Capitão América e seus amigos, Flores) .
Em 2017 aconteceu uma coisa interessante: em Agosto, enquanto rolava o curso de HQ, eu estava envolvido com a produção do larp Morte Branca. O curso era aos sábados e o larp seria em um domingo.
Este ano... a coincidência rendeu um fruto inesperado:
Nesta terceira edição do curso Desenho e Narrativa, Coutinho e Góes propõem radicalizar as experiências de criação coletiva de HQs já realizadas nos anos anteriores, apropriando-se da linguagem do Larp - que os quadrinistas conheceram em 2017 no Sesc Itaquera - e convidando os participantes a criarem uma publicação em co-autoria, a partir de jogos narrativos participativos.
O objetivo é principalmente desbravar juntos novas formas de se entender histórias em quadrinhos, tirando do jogo narrativo a obrigação do traço educado, bem como a necessidade de linearidade, começo, meio fim, o virtuosismo, a busca por um estilo maduro. Dessa forma, o grupo terá como objetivo principal a reflexão da própria função de uma história: o que a constitui em sua gênese. O que nos mantém atentos e ligados em uma conversa entre amigos, na observação de uma cena entre pessoas reais, a sequência de imagens que nos encantam, surpreendem ou até mesmo repelem.
DESENHO E NARRATVA - Larp Comics!
no Sesc ItaqueraEspaço de Tecnologias e Artes (Sede Social)
Todos os Sábados de Agosto
+ 1° domingo de Agosto (dia 5) = prática específica com larp (com Luiz Falcão)
das 14h às 17h
GRATUITO
Inscrições por e-mail: envie uma mensagem com o título Larp para inscricao@itaquera.sescsp.org.br contendo nome, RG, telefone e e-mail ou Inscreva-se por por telefone: (11) 2523 9309/9326. Pessoalmente, na Central de Atendimento.
Curso no site do sesc: https://www.sescsp.org.br/programacao/ 162280_DESENHO+E+NARRATIVA+LARP+COMICS
E de bônus nesta postagem, duas HQs curtas produzidas no primeiro curso Desenho e Narrativa no Sesc Itaquera, em 2016.
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Ajuste os controles...
Postado por
Luiz Falcão
às
13:40
postado originalmente no facebook, em 14 de dezembro de 2017
Quanto tempo levamos para digerir uma experiência significativa que vivemos nas nossas vidas? Um ano significativo?
80 anos?
No último final de semana, fui oficial Eliphas em sua última viagem para fora do planeta Terra. Comecei essa jornada que deveria levar 5 translações terrestres já com a idade avançada de 70 anos. A viagem acabou por se estender por 8 décadas, mas, surpreendentemente, eu não fui o primeiro tripulante a morrer. (Antes tivesse sido).
Lutando contra a depressão e a perda - e meus próprios fracassos como oficial mais velho e experiente da tripulação - eu vivi e testemunhei experiências muito significativas. Uma parte de mim ainda está dentro daquela nave cujo destino Eliphas não conheceu.
Enquanto eu processo todas aquelas experiências, antes de escrever mais linhas a respeito, o companheiro Tadeu Rodrigues (M) já cumpriu sua missão de deixar sempre algo escrito sobre cada larp que jogou.
Segue o relato dele sobre a versão do Boi Voador deste larp, Ajuste os controles para o centro do Sol, de Luiz Prado.
Quanto tempo levamos para digerir uma experiência significativa que vivemos nas nossas vidas? Um ano significativo?
80 anos?
No último final de semana, fui oficial Eliphas em sua última viagem para fora do planeta Terra. Comecei essa jornada que deveria levar 5 translações terrestres já com a idade avançada de 70 anos. A viagem acabou por se estender por 8 décadas, mas, surpreendentemente, eu não fui o primeiro tripulante a morrer. (Antes tivesse sido).
Lutando contra a depressão e a perda - e meus próprios fracassos como oficial mais velho e experiente da tripulação - eu vivi e testemunhei experiências muito significativas. Uma parte de mim ainda está dentro daquela nave cujo destino Eliphas não conheceu.
Enquanto eu processo todas aquelas experiências, antes de escrever mais linhas a respeito, o companheiro Tadeu Rodrigues (M) já cumpriu sua missão de deixar sempre algo escrito sobre cada larp que jogou.
Segue o relato dele sobre a versão do Boi Voador deste larp, Ajuste os controles para o centro do Sol, de Luiz Prado.
Relato do pesquisador Tadeu Rodrigues, um dos participantes de Ajuste os controles para o centro do sol! http://larpensar.blogspot.com.br/2017/12/ajuste-os-controles-para-o-centro-do-sol.html
Publicado por Boi Voador em Quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Luiz Pinguim
Postado por
Luiz Falcão
às
14:36
Seguindo a promessa de ano novo de 2016 (construção de conhecimento > disseminação de informação), trago mais uma participação em debate nas redes sociais que merece ser arquivada neste blog.
O comentário partiu da seguinte pergunta de Rafão Araújo no grupo Indie RPG - e a ela se seguem muitos designers e criadores - novatos e veteranos, independentes e ligados a editoras - fazendo suas considerações. Quem se interessar pelo tópico, recomendo fortemente a leitura integral dele.

--
Acho que eu nunca trabalhei sozinho. Nem de brincadeira. (bom... talvez quando eu era novinho, fazendo coisas exclusivamente para o meu grupo de rpg, entre cenários e aventuras). *
Comecei fazendo jogos de forma amadora ao lado do Rafael Castro, mas nunca chegamos muito longe. O primeiro larp aberto ao público eu fiz com o Tadeu Andrade, e era um larp de RPG, ao estilo desses de Vampiro.
Logo depois eu fiz um curso com a Confraria Das Ideias e me chamaram em seguida pra trabalhar com eles. Fiz uma porção de jogos com os parceiros da Confraria como o Leandro Godoy, o Paulo Renault, o Thomaz Barbeiro e o Cauê Martins.
Boi Voador eu fiz jogos com o Cauê e com a Erika Bundzius. Cheguei a assinar A Clínica: Projeto Memento onde eu devo ter sido uns 80% autor da coisa toda, mas não teria se materializado sem o trabalho deles.
Em 2012, comecei a trabalhar, na Confraria mesmo, com o Luiz Prado, mas numa perspectiva de total coadjuvante. Os jogos eram dele. Eu - e os outros confrades, estávamos mais para suporte do que qualquer outra coisa. Fiz algumas contribuições, mas longe de considerar um jogo meu. Por muito tempo achei que isso tinha a ver com a característica da linguagem - depois descobri que não tem. Eu cheguei a ter um pouco mais de protagonismo na criação do larp A Casa da Borda do Mundo, em 2013 para a Confraria das Ideias, mas em pouco tempo o Leandro Godoy e o Dyego Tioshin entraram junto comigo como autores do projeto. (desse o Prado não chegou a participar).
NpLarp. Nesse ano começamos a trabalhar no Máfia (que playtestamos no primeiro labJogos) que depois virou O Jogo do Bicho. É um jogo que, como A Clínica, também me vejo como autor. Nesse caso, como Co-Autor.
Estou trabalhando em mais um jogo em co-autoria com o Prado no momento, mas a experiência de colaborar com a trajetória dele (que é autor de DIVERSOS jogos, a maior parte deles obras primas :P - ele não gosta que eu fale assim ).... a experiência de colaborar com ele tem me desafiado a encarar minhas ideias persistentes e projetos engavetados.
Não sei dizer exatamente o que "me segura" no desafio de começar e terminar um jogo, se é o "não encontrei um processo criativo que me sirva" ou se é uma preferência genuína de trabalhar coletivamente.
Por um lado, às vezes, eu boto culpa na insegurança. Outras, me convenço de que acho mais legal fazer em grupo. Depois, fico pensando que é uma questão de necessidade - e quando não há necessidade, pra que pegar todo esse trabalho sozinho.
Mas olhando para uma porção de trabalhos solo muito bons (do pessoal daqui e do pessoal de fora) eu realmente fico curioso para saber que tipo de coisa (de contribuição, inclusive) eu poderia criar "sozinho".
Há um tempo atrás, quando eu andava mais pela ceara seara da literatura fantástica do que pelos jogos de representação eu acreditava numa fábula engraçadinha e autoreferente:
Hoje eu acho isso aí uma grande bobagem. Mas nunca me incomodou a ideia de ser um pinguim e não um falcão ;)
Agora, vamos ver se esse ano ou ano que vem eu consigo tirar algum projeto solo da gaveta :)
--
PS1: Eu acho uma estratégia chamar alguém em quem você co fia para fazer uma parte do trabalho que você não sente muita segurança em fazer. Por outro lado... se vc nunca fizer... como vai aprender (supondo que você queira).
PS2: Eu sou designer e artista plástico de formação - e de hábito. Não é raro eu começar pela produção gráfica, junto com as primeiras ideias
PS3: Na conversa, o Rafão mencionou ter sido convidado para fazer um larp num evento. Eu adoro trocar ideia sobre essas coisas e me coloquei a disposição para ajudar. Se você, como ele, está pensando em fazer um larp também e quiser conversar comigo a respeito, eu adoraria :)
----
* Pensando bem. Eu já fiz muiiiiiiiiitos trabalhos sozinho sim. Mas a questão não perde relevância por conta disso.
O comentário partiu da seguinte pergunta de Rafão Araújo no grupo Indie RPG - e a ela se seguem muitos designers e criadores - novatos e veteranos, independentes e ligados a editoras - fazendo suas considerações. Quem se interessar pelo tópico, recomendo fortemente a leitura integral dele.

Acho incrível as pessoas que conseguem trabalhar sozinhas, eu simplesmente não consigo. Não sou o homem de preencher os por menores. Eu dei dar muitas idéias, apurar as existentes, mas tenho real dificuldade em preencher os blocos que formam toda a parede. Isso sempre é um desafio para mim, por isso para cada projeto, preciso encontrar um parceiro para dividir esse fardo.
E vocês, quais as dificuldades?
- Rafão Araújo, no grupo IndieRPG do facebook
E vocês, quais as dificuldades?
- Rafão Araújo, no grupo IndieRPG do facebook
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Acho que eu nunca trabalhei sozinho. Nem de brincadeira. (bom... talvez quando eu era novinho, fazendo coisas exclusivamente para o meu grupo de rpg, entre cenários e aventuras). *
Comecei fazendo jogos de forma amadora ao lado do Rafael Castro, mas nunca chegamos muito longe. O primeiro larp aberto ao público eu fiz com o Tadeu Andrade, e era um larp de RPG, ao estilo desses de Vampiro.
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| Foto do Larp baseado no RPG Trevas, que eu organizava em São Paulo (2004? 2005?). |
Logo depois eu fiz um curso com a Confraria Das Ideias e me chamaram em seguida pra trabalhar com eles. Fiz uma porção de jogos com os parceiros da Confraria como o Leandro Godoy, o Paulo Renault, o Thomaz Barbeiro e o Cauê Martins.
Boi Voador eu fiz jogos com o Cauê e com a Erika Bundzius. Cheguei a assinar A Clínica: Projeto Memento onde eu devo ter sido uns 80% autor da coisa toda, mas não teria se materializado sem o trabalho deles.
Em 2012, comecei a trabalhar, na Confraria mesmo, com o Luiz Prado, mas numa perspectiva de total coadjuvante. Os jogos eram dele. Eu - e os outros confrades, estávamos mais para suporte do que qualquer outra coisa. Fiz algumas contribuições, mas longe de considerar um jogo meu. Por muito tempo achei que isso tinha a ver com a característica da linguagem - depois descobri que não tem. Eu cheguei a ter um pouco mais de protagonismo na criação do larp A Casa da Borda do Mundo, em 2013 para a Confraria das Ideias, mas em pouco tempo o Leandro Godoy e o Dyego Tioshin entraram junto comigo como autores do projeto. (desse o Prado não chegou a participar).
NpLarp. Nesse ano começamos a trabalhar no Máfia (que playtestamos no primeiro labJogos) que depois virou O Jogo do Bicho. É um jogo que, como A Clínica, também me vejo como autor. Nesse caso, como Co-Autor.
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| Fotos das duas aplicações d'O Jogo do Bicho - no LabJogos 2014, em Belo Horizonte, e no CCJ, no Encontro de RPG 2014. |
Estou trabalhando em mais um jogo em co-autoria com o Prado no momento, mas a experiência de colaborar com a trajetória dele (que é autor de DIVERSOS jogos, a maior parte deles obras primas :P - ele não gosta que eu fale assim ).... a experiência de colaborar com ele tem me desafiado a encarar minhas ideias persistentes e projetos engavetados.
Não sei dizer exatamente o que "me segura" no desafio de começar e terminar um jogo, se é o "não encontrei um processo criativo que me sirva" ou se é uma preferência genuína de trabalhar coletivamente.
Por um lado, às vezes, eu boto culpa na insegurança. Outras, me convenço de que acho mais legal fazer em grupo. Depois, fico pensando que é uma questão de necessidade - e quando não há necessidade, pra que pegar todo esse trabalho sozinho.
Mas olhando para uma porção de trabalhos solo muito bons (do pessoal daqui e do pessoal de fora) eu realmente fico curioso para saber que tipo de coisa (de contribuição, inclusive) eu poderia criar "sozinho".
Há um tempo atrás, quando eu andava mais pela ceara seara da literatura fantástica do que pelos jogos de representação eu acreditava numa fábula engraçadinha e autoreferente:
"Existem dois tipos de pessoas. Os falcões e os pinguins. Os falcões são pessoas autônomas e independentes, que andam por aí e realizam grandes feitos sozinhos. Os pinguins não são capazes de fazer nada sozinhos, eles precisam de um grupo de pinguins para realizar qualquer coisa. Eu sou um pinguim e não um falcão."
Hoje eu acho isso aí uma grande bobagem. Mas nunca me incomodou a ideia de ser um pinguim e não um falcão ;)
Agora, vamos ver se esse ano ou ano que vem eu consigo tirar algum projeto solo da gaveta :)
--
PS1: Eu acho uma estratégia chamar alguém em quem você co fia para fazer uma parte do trabalho que você não sente muita segurança em fazer. Por outro lado... se vc nunca fizer... como vai aprender (supondo que você queira).
PS2: Eu sou designer e artista plástico de formação - e de hábito. Não é raro eu começar pela produção gráfica, junto com as primeiras ideias
PS3: Na conversa, o Rafão mencionou ter sido convidado para fazer um larp num evento. Eu adoro trocar ideia sobre essas coisas e me coloquei a disposição para ajudar. Se você, como ele, está pensando em fazer um larp também e quiser conversar comigo a respeito, eu adoraria :)
----
* Pensando bem. Eu já fiz muiiiiiiiiitos trabalhos sozinho sim. Mas a questão não perde relevância por conta disso.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Mais uma do Eugênio
Postado por
Luiz Falcão
às
23:15
Minha segunda animação, feita em 2009, também.
Aqui, apenas uma prova de estado feita em gif animado.
O Eugênio foi descontinuado em 2009 (durou uns 6 meses) e não tem data para voltar da solitária....
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
segunda-feira, 14 de junho de 2010
primeiras experiências com tablet
Postado por
Luiz Falcão
às
12:54
Não fui muito bem sucedido no Painter, a princípio. Fui para o photoshop...
Depois descobri que meu tablet precisava ser configurado manualmente: ele não estava com os pontos de pressão, nem mesmo com - o que eu vim a descobrir que existia depois... e que me fez entender muita coisa - não estava com o espaço sincronizado com o do computador....
Agora eu aprendi a configurar, vamos ver se eu aprendo alguma mais alguma coisa....
Bonus track (para mim mesmo, evidentemente):
Testando alguns muitos pincéis
No detalhe: é até convincente.... legal!
Pastel? Não importa, ficou horrível!

Esse ficou bonitinho.. com cara de tablet/guachezinho digital tosco.

Esse ficou bonitinho.. com cara de tablet/guachezinho digital tosco.
Depois descobri que meu tablet precisava ser configurado manualmente: ele não estava com os pontos de pressão, nem mesmo com - o que eu vim a descobrir que existia depois... e que me fez entender muita coisa - não estava com o espaço sincronizado com o do computador....
Agora eu aprendi a configurar, vamos ver se eu aprendo alguma mais alguma coisa....
Bonus track (para mim mesmo, evidentemente):
quinta-feira, 3 de junho de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
deve sempre perguntar a si mesmo: por que será que estes bastardos estão mentindo para mim ?
Postado por
Luiz Falcão
às
16:50
domingo, 20 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Ficções
Postado por
Luiz Falcão
às
13:04

homem, imaturo, manipulador, horrível, sedutor, moralista, estranho, idiota, bundão, fraco, egoísta, exagerado, insistente, bipolar, ansioso, gostoso, impetuoso, assustador, narcisista, fresco, bonzinho, romântico, confuso, desesperado, impulsivo, chato, bobo para caralho, velho, elétrico, ingênuo, grande, agressivo, otimista, imperdoável, bobo, volúvel, agressivo, irresponsável como uma criança às vezes...
.. e crescendo.
a vida devia vir com tag cloud.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Loucuras da Madrugada
Postado por
Luiz Falcão
às
03:11
Tanta coisa para fazer e eu "brincando de designer"! (enquanto minha ta-da list só cresce!)
http://fabulariozine.blogspot.com
e ainda este ano:
http://coletivofabulario.blogspot.com
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